(via thespacejams)

Fonte: thegrandarchives

Em Nantes, na França, basquete também é arte.

Na frente da Maison des Hommes et des Techniques, esta árvore de basquete oferece um novo tipo de estrutura esportiva que pode ser usada por praticamente qualquer pessoa! à primeira vista, fica claro como as mais diferentes pessoas podem jogar simultaneamente. Tabelas de basquete ramificam-se de diferentes partes da árvore a diferentes alturas permitindo múltiplos times de diferentes idades jogar.

Simplesmente porque todo mundo sabe as regras deste jogo, não quer dizer que você não pode inventar novas maneiras de jogar, graças especialmente às linhas no chão que estabelecem quadras diferentes. Permitindo a participação de atletas de todas as idades e situada próximo a um parquinho, a Arbre à baskets (Árvore de Basquete) permite encontros improváveis e novas formas de jogar.

Este trabalho foi realizado como parte do evento Le Voyage à Nantes 2012.

#olhaolancelivredessecara

Melhores momentos “vergonha alheia” da ultima temporada.

O Stephen Curry, no auge de seus 26 anos, foi tentar pedir uma cerveja numa pizzaria perto de sua casa, despreocupado em levar sua identidade pois todo mundo sempre o reconhece. Eis que, surpresa!, a garçonete não fazia ideia de quem estava na sua frente e, claro, exigiu que ele apresentasse seu documento para provar que tinha mais do que 21 anos. 
Curry, pasmo com toda situação, pediu para que ela chamasse o gerente, que ao ver Curry deu umas boas gargalhas e acertou tudo. A isso, aqui no Brasil, damos o nome de ”Síndrome Juninho Paulista” 
Fonte: BleacherReport

O Stephen Curry, no auge de seus 26 anos, foi tentar pedir uma cerveja numa pizzaria perto de sua casa, despreocupado em levar sua identidade pois todo mundo sempre o reconhece. Eis que, surpresa!, a garçonete não fazia ideia de quem estava na sua frente e, claro, exigiu que ele apresentasse seu documento para provar que tinha mais do que 21 anos. 

Curry, pasmo com toda situação, pediu para que ela chamasse o gerente, que ao ver Curry deu umas boas gargalhas e acertou tudo. A isso, aqui no Brasil, damos o nome de ”Síndrome Juninho Paulista” 

Fonte: BleacherReport

Ali vs. Wilt Chamberlain: Uma luta que quase aconteceu28 de maio de 2006
Texto Original: W. Gregory GuedelTradução livre: HBNSB

Springtime, 1971.
Dentro de um escritório do Houston Astrodome, uma negociação das mais raras está para acontecer. Sentado em uma das extremidades da mesa está Muhammad Ali, antigo campeão mundial dos pesos-pesados e auto-proclamado melhor lutador de todos os tempos. Ao lado dele: Bob Arum, antigo procurador do Departamento de Justiça, atual promotor de boxe, que trabalha com Ali desde sua luta com George Chuvalo, em 1966.
Alguns minutos mais tarde, juntou-se a eles uma das figuras mais imponentes de todos os esportes, o magnífico titan do basquetebol profissional, Wilt Chamberlain. Ali e Chamberlain conheciam-se muito bem e haviam aparecido juntos em numerosas ocasiões no passado, desde talk-shows na televisão, até conferências de impressa sobre os direitos civis. O propósito desse encontro, no entanto, era muito diferente dos outros passados.
Hoje, nenhuma câmera está presente, não há repórteres lutando por um resquício de fala. Os dois atletas mais famosos do mundo isolaram-se dentro do cavernoso estádio vazio para silenciosamente discutir um evento sem precedente nos anais do esporte. Porque, nesse dia, Muhammad Ali e Wilt Chamberlain vão combinar de se enfrentar numa luta de 15 rounds, a acontecer no Astrodome no dia 26 de julho de 1971.
Para Chamberlain, lutar com Ali representava o ápice da sua busca por conquistas, não só no seu próprio esporte, mas em todo o mundo esportivo. Seus feitos na quadra de basquete já eram lendários. Seus recordes de 100 pontos feitos em um jogo e de 55 rebotes feitos em outro permanecem intocados, e muitos (naquela época e agora) consideram que ele tenha sido o maior a já ter jogado o jogo. Com um troféu de campeão da NBA e múltiplos prêmios de MVP nos seus ombros, Wilt sentia que ele tinha pouco a conquistar no basquete. Entretanto, Chamberlain era um homem determinado, cujas conquistas incentivavam-no a continuar buscando uma glória maior. Durante a off-season, Chamberlain era um jogador de vôlei de nível internacional e um ávido halterofilista, que possuía uma força física descomunal. Sem nada mais para provar no basquetebol, Wilt pretendia provar que ele era um dos mais versáteis atletas de todos os tempos. Naturalmente, não havia maneira melhor para estabelecer essa credencial do que trocar de esporte e destronar o homem conhecido pelo mundo como “O Maior”.
Para Ali, as circunstâncias que rodeavam essa luta eram muito menos otimistas. Após ser condenado por recusar ilegalmente sua indução nas forças armadas, ficou quase três anos exilado do boxe, e o período afastado deixou suas marcas tanto profissionalmente, quanto financeiramente. Ainda que ele tenha mantido sua figura pública altiva, com uma grande quantidade de palestras, sua renda durante esse período era desprezível, e quando ele teve sua licença para lutar nos EUA concedida novamente, ele estava praticamente falido. Apesar das questões sobre se ele ainda era o mesmo lutador esplêndido que fora anos antes, o retorno de Ali foi promissor, com um nocaute técnico sobre Jerry Quarry, em outubro de 1970 e um knockout em Oscar Bonavena, em dezembro do mesmo ano. Essas vitórias precederam um dos confrontos mais antecipados na história do campeonato de pesos pesados, uma luta pelo título contra o atual campeão, Joe Frazier, em março de 1971.
A luta entre Muhammad Ali e Joe Frazier no Madison Square Garden correspondeu às altas expectativas e permanece como um dos maiores confrontos da história. Só havia um problema para Ali - ele perdeu. Para a surpresa de muitos fãs e, talvez, para sua próprio surpresa, Ali foi vencido por decisão unânime. Junto com suas esperanças de reconquistar o campeonato, perdeu também o dinheiro que ganharia a fim de estabilizar suas finanças. Então teve que buscar novos caminhos para manter sua popularidade e aumentar seu saldo bancário. A publicidade e a enorme quantidade de dinheiro que uma luta com Chamberlain gerariam era mais do que um incentivo suficiente para angariar Ali para o combate.
Curiosamente, a perda de Ali para Frazier também colocou sua luta com Chamberlain em perigo. Wilt estava interessado em confrontar Ali há tempos, mas seu sonho era baseado numa luta valendo o título de pesos pesados. O objetivo de Chamberlain era mais do que somente ganhar do homem, ele cobiçou o que era considerado o maior prêmio de todos os esportes: o status de ser campeão mundial dos pesos pesados. Antes da luta Ali-Frazier, Wilt havia concordado que ele entraria no ringue após Ali ter derrotado Frazier e fosse novamente campeão. Quando “Smokin’ Joe” manteve o título, a luta proposta por Chamberlain não representava mais uma luta pelo título, e o desejo de Wilt começou a minguar. No entanto, um intrépido Bob Arum continuou a ficar em contato com Chamberlain e a atiçar seu interesse. Levando em conta as inclinações pessoais de Wilt à fama e à fortuna, não foi algo muito difícil de se fazer. Arum prometeu muito dinheiro e um espetáculo ainda maior, e logo Chamberlain estava de volta a bordo.
Embora Chamberlain não tivesse nenhuma experiência profissional como boxeador, ele se aproximou da luta contra Ali com um plano. Ele iria contratar os serviços de um dos melhores treinadores do mundo, Cus D’Amato - que prontamente se ofereceu para preparar Chamberlain para o combate. A escolha do treinador foi completamente adequada, já que D’Amato possuía uma incrível capacidade de criar campeões rapidamente. Ele havia treinado Floyd Patterson, que tornou-se, aos 21 anos, o mais jovem campeão dos pesos pesados na história, um recorde que permaneceria por décadas, até que foi quebrado por outro pupilo de D’Amato - Mike Tyson. D’Amato disse que, com a orientação adequada, Wilt poderia utilizar sua esmagadora vantagem de tamanho para garantir a vitória. A estratégia era manter Ali distante usando um jab longo - de fato, o jab mais longo de todos os tempos - e empregar o enorme alcance de Chamberlain para evitar que Ali acertasse seus golpes. Se Chamberlain pudesse usar seus jabs com eficácia, isso daria a ele o espaço necessário para golpear fora do alcance de Ali; e se uma quantidade suficiente de golpes entrassem na guarda de Ali, Chamberlain ganharia simplesmente por uma decisão baseada na contagem de socos.
Por outro lado, Ali estava tão confiante que ele mal sentia que um plano era necessário. Outro atletas de elite de fora do boxe já tinham divertido-se com a ideia de lutar com ele. Em 1966, enquanto Ali estava se preparando para uma luta em Londres, a lenda do futebol americano, Jim Brown, estava por ali trabalhando no filme “Os Doze Condenados”. Brown disse a Bob Arum, com quem ele estava familiarizado, que ele queria desafiar Ali para uma luta pelo título. Quando Ali soube, ele instruiu Arum a trazer Brown para encontrá-lo no Hyde Park, local das corridas matinais de Ali. Quando Brown chegou, Ali disse à estrela da NFL para tentar acertá-lo e não se preocupar se ele iria se machucar. Brown começou a lançar uma saraivada de socos pesados, dos quais Ali se esquivou com facilidade. Com Brown ainda golpeando para valer, Ali divertidamente passou a tapear o rosto de Brown repetidas vezes, enquanto os socos continuavam a passar sem acertá-lo. Depois disso, discretamente, Brown desistiu do desafio. Para a luta contra Chamberlain, Ali resumiu seu prognóstico em uma única palavra. Enquanto Wilt entrava no escritório do Astrodome para discutir os termos finais do confronto, Ali avaliou seu inimigo e gritou: “madeeeira!”
Conforme a notícia da luta se espalhou por todo o mundo do esporte, questões excitadas começaram a surgir. Será que Wilt realmente tinha uma chance contra “O Maior”? Wilt realmente poderia ser um problema? Seria essa a luta de maior bilheteria de todos os tempos? Os sapatos de boxe de Wilt seriam os maiores de todos os tempos? Infelizmente, essas questões permaneceriam para sempre sem resposta. Em 22 de abril de 1971, Walter Cronkite informou ao jornal noturno da CBS que Wilt Chamberlain havia se recusado a assinar o contrato final para o confronto. O mundo nunca veria esses, literal e figurativamente, gigantes trocarem golpes no ringue. Aos aficionados pelo esporte em todos os lugares, restou imaginar o que poderia ter sido.
A razão oficial para a desistência de Chamberlain, fornecida por seus advogados, foi que - depois de cobrados os impostos - o dinheiro que Wilt ganharia com o combate seria apenas US$500.00,00. Eles alegaram que eram uma quantia muito pequena para compensar o esforço. Naturalmente, outras opiniões surgiam. Bob Arum acreditava que Wilt estava tentando usar a ideia da luta (e da probabilidade de ele ser ferido) como alavanca nas negociações de contrato com o proprietário do Los Angeles Lakers, Jack Kent Cooke. Arum afirmou que na reunião no Astrodome, Wilt pediu licença para ir a uma sala privada e ligar para Cooke, a fim de discutir os detalhes da renovação de seu contrato com os Lakers. Nessa ocasião, ele certamente teria mencionado o fato de que ele estava prestes a concordar em lutar contra Muhammad Ali. Nesse caso, Cooke, sem dúvida, teria tentado dissuadi-lo, e nada no mundo dos esportes fala tão persuasivamente como o dinheiro.
Quando entrevistado em anos posteriores, o próprio Wilt ofereceu outra explicação para sua decisão de retirar-se da luta. Chamberlain relembrou: “Lembro-me de deixar minha casa em Los Angeles e - meu pai é um grande fã de boxe - e eu disse: ‘Pai, eu tenho alguns dias de folga e estou me preparando para ir para Houston e assinar um contrato para lutar contra Muhammad Ali.’ Meu pai me disse que, ao invés disso, eu deveria me concentrar em treinar meus lances livres.”

Ali vs. Wilt Chamberlain: Uma luta que quase aconteceu
28 de maio de 2006

Texto Original: W. Gregory Guedel
Tradução livre: HBNSB

Springtime, 1971.

Dentro de um escritório do Houston Astrodome, uma negociação das mais raras está para acontecer. Sentado em uma das extremidades da mesa está Muhammad Ali, antigo campeão mundial dos pesos-pesados e auto-proclamado melhor lutador de todos os tempos. Ao lado dele: Bob Arum, antigo procurador do Departamento de Justiça, atual promotor de boxe, que trabalha com Ali desde sua luta com George Chuvalo, em 1966.

Alguns minutos mais tarde, juntou-se a eles uma das figuras mais imponentes de todos os esportes, o magnífico titan do basquetebol profissional, Wilt Chamberlain. Ali e Chamberlain conheciam-se muito bem e haviam aparecido juntos em numerosas ocasiões no passado, desde talk-shows na televisão, até conferências de impressa sobre os direitos civis. O propósito desse encontro, no entanto, era muito diferente dos outros passados.

Hoje, nenhuma câmera está presente, não há repórteres lutando por um resquício de fala. Os dois atletas mais famosos do mundo isolaram-se dentro do cavernoso estádio vazio para silenciosamente discutir um evento sem precedente nos anais do esporte. Porque, nesse dia, Muhammad Ali e Wilt Chamberlain vão combinar de se enfrentar numa luta de 15 rounds, a acontecer no Astrodome no dia 26 de julho de 1971.

Para Chamberlain, lutar com Ali representava o ápice da sua busca por conquistas, não só no seu próprio esporte, mas em todo o mundo esportivo. Seus feitos na quadra de basquete já eram lendários. Seus recordes de 100 pontos feitos em um jogo e de 55 rebotes feitos em outro permanecem intocados, e muitos (naquela época e agora) consideram que ele tenha sido o maior a já ter jogado o jogo. Com um troféu de campeão da NBA e múltiplos prêmios de MVP nos seus ombros, Wilt sentia que ele tinha pouco a conquistar no basquete. Entretanto, Chamberlain era um homem determinado, cujas conquistas incentivavam-no a continuar buscando uma glória maior. Durante a off-season, Chamberlain era um jogador de vôlei de nível internacional e um ávido halterofilista, que possuía uma força física descomunal. Sem nada mais para provar no basquetebol, Wilt pretendia provar que ele era um dos mais versáteis atletas de todos os tempos. Naturalmente, não havia maneira melhor para estabelecer essa credencial do que trocar de esporte e destronar o homem conhecido pelo mundo como “O Maior”.

Para Ali, as circunstâncias que rodeavam essa luta eram muito menos otimistas. Após ser condenado por recusar ilegalmente sua indução nas forças armadas, ficou quase três anos exilado do boxe, e o período afastado deixou suas marcas tanto profissionalmente, quanto financeiramente. Ainda que ele tenha mantido sua figura pública altiva, com uma grande quantidade de palestras, sua renda durante esse período era desprezível, e quando ele teve sua licença para lutar nos EUA concedida novamente, ele estava praticamente falido. Apesar das questões sobre se ele ainda era o mesmo lutador esplêndido que fora anos antes, o retorno de Ali foi promissor, com um nocaute técnico sobre Jerry Quarry, em outubro de 1970 e um knockout em Oscar Bonavena, em dezembro do mesmo ano. Essas vitórias precederam um dos confrontos mais antecipados na história do campeonato de pesos pesados, uma luta pelo título contra o atual campeão, Joe Frazier, em março de 1971.

A luta entre Muhammad Ali e Joe Frazier no Madison Square Garden correspondeu às altas expectativas e permanece como um dos maiores confrontos da história. Só havia um problema para Ali - ele perdeu. Para a surpresa de muitos fãs e, talvez, para sua próprio surpresa, Ali foi vencido por decisão unânime. Junto com suas esperanças de reconquistar o campeonato, perdeu também o dinheiro que ganharia a fim de estabilizar suas finanças. Então teve que buscar novos caminhos para manter sua popularidade e aumentar seu saldo bancário. A publicidade e a enorme quantidade de dinheiro que uma luta com Chamberlain gerariam era mais do que um incentivo suficiente para angariar Ali para o combate.

Curiosamente, a perda de Ali para Frazier também colocou sua luta com Chamberlain em perigo. Wilt estava interessado em confrontar Ali há tempos, mas seu sonho era baseado numa luta valendo o título de pesos pesados. O objetivo de Chamberlain era mais do que somente ganhar do homem, ele cobiçou o que era considerado o maior prêmio de todos os esportes: o status de ser campeão mundial dos pesos pesados. Antes da luta Ali-Frazier, Wilt havia concordado que ele entraria no ringue após Ali ter derrotado Frazier e fosse novamente campeão. Quando “Smokin’ Joe” manteve o título, a luta proposta por Chamberlain não representava mais uma luta pelo título, e o desejo de Wilt começou a minguar. No entanto, um intrépido Bob Arum continuou a ficar em contato com Chamberlain e a atiçar seu interesse. Levando em conta as inclinações pessoais de Wilt à fama e à fortuna, não foi algo muito difícil de se fazer. Arum prometeu muito dinheiro e um espetáculo ainda maior, e logo Chamberlain estava de volta a bordo.

Embora Chamberlain não tivesse nenhuma experiência profissional como boxeador, ele se aproximou da luta contra Ali com um plano. Ele iria contratar os serviços de um dos melhores treinadores do mundo, Cus D’Amato - que prontamente se ofereceu para preparar Chamberlain para o combate. A escolha do treinador foi completamente adequada, já que D’Amato possuía uma incrível capacidade de criar campeões rapidamente. Ele havia treinado Floyd Patterson, que tornou-se, aos 21 anos, o mais jovem campeão dos pesos pesados na história, um recorde que permaneceria por décadas, até que foi quebrado por outro pupilo de D’Amato - Mike Tyson. D’Amato disse que, com a orientação adequada, Wilt poderia utilizar sua esmagadora vantagem de tamanho para garantir a vitória. A estratégia era manter Ali distante usando um jab longo - de fato, o jab mais longo de todos os tempos - e empregar o enorme alcance de Chamberlain para evitar que Ali acertasse seus golpes. Se Chamberlain pudesse usar seus jabs com eficácia, isso daria a ele o espaço necessário para golpear fora do alcance de Ali; e se uma quantidade suficiente de golpes entrassem na guarda de Ali, Chamberlain ganharia simplesmente por uma decisão baseada na contagem de socos.

Por outro lado, Ali estava tão confiante que ele mal sentia que um plano era necessário. Outro atletas de elite de fora do boxe já tinham divertido-se com a ideia de lutar com ele. Em 1966, enquanto Ali estava se preparando para uma luta em Londres, a lenda do futebol americano, Jim Brown, estava por ali trabalhando no filme “Os Doze Condenados”. Brown disse a Bob Arum, com quem ele estava familiarizado, que ele queria desafiar Ali para uma luta pelo título. Quando Ali soube, ele instruiu Arum a trazer Brown para encontrá-lo no Hyde Park, local das corridas matinais de Ali. Quando Brown chegou, Ali disse à estrela da NFL para tentar acertá-lo e não se preocupar se ele iria se machucar. Brown começou a lançar uma saraivada de socos pesados, dos quais Ali se esquivou com facilidade. Com Brown ainda golpeando para valer, Ali divertidamente passou a tapear o rosto de Brown repetidas vezes, enquanto os socos continuavam a passar sem acertá-lo. Depois disso, discretamente, Brown desistiu do desafio. Para a luta contra Chamberlain, Ali resumiu seu prognóstico em uma única palavra. Enquanto Wilt entrava no escritório do Astrodome para discutir os termos finais do confronto, Ali avaliou seu inimigo e gritou: “madeeeira!”

Conforme a notícia da luta se espalhou por todo o mundo do esporte, questões excitadas começaram a surgir. Será que Wilt realmente tinha uma chance contra “O Maior”? Wilt realmente poderia ser um problema? Seria essa a luta de maior bilheteria de todos os tempos? Os sapatos de boxe de Wilt seriam os maiores de todos os tempos? Infelizmente, essas questões permaneceriam para sempre sem resposta. Em 22 de abril de 1971, Walter Cronkite informou ao jornal noturno da CBS que Wilt Chamberlain havia se recusado a assinar o contrato final para o confronto. O mundo nunca veria esses, literal e figurativamente, gigantes trocarem golpes no ringue. Aos aficionados pelo esporte em todos os lugares, restou imaginar o que poderia ter sido.

A razão oficial para a desistência de Chamberlain, fornecida por seus advogados, foi que - depois de cobrados os impostos - o dinheiro que Wilt ganharia com o combate seria apenas US$500.00,00. Eles alegaram que eram uma quantia muito pequena para compensar o esforço. Naturalmente, outras opiniões surgiam. Bob Arum acreditava que Wilt estava tentando usar a ideia da luta (e da probabilidade de ele ser ferido) como alavanca nas negociações de contrato com o proprietário do Los Angeles Lakers, Jack Kent Cooke. Arum afirmou que na reunião no Astrodome, Wilt pediu licença para ir a uma sala privada e ligar para Cooke, a fim de discutir os detalhes da renovação de seu contrato com os Lakers. Nessa ocasião, ele certamente teria mencionado o fato de que ele estava prestes a concordar em lutar contra Muhammad Ali. Nesse caso, Cooke, sem dúvida, teria tentado dissuadi-lo, e nada no mundo dos esportes fala tão persuasivamente como o dinheiro.

Quando entrevistado em anos posteriores, o próprio Wilt ofereceu outra explicação para sua decisão de retirar-se da luta. Chamberlain relembrou: “Lembro-me de deixar minha casa em Los Angeles e - meu pai é um grande fã de boxe - e eu disse: ‘Pai, eu tenho alguns dias de folga e estou me preparando para ir para Houston e assinar um contrato para lutar contra Muhammad Ali.’ Meu pai me disse que, ao invés disso, eu deveria me concentrar em treinar meus lances livres.”

A juventude está perdida

Carmelo Anthony também parece ter entrado na onda ‘medida certa’.

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David Stern foi um dos maiores - se não o maior - comissários da história dos esportes dos EUA. E esse vídeo ajuda a entender o porquê.

Na última sexta-feira, junto com Alonzo Mourning, Sarunas Marciulionis, Bob Leonard e Mitch Richmond, ele entrou pro Hall da Fama de Springfield.

Ray Allen aproveitou o final de semana ao lado de seu novo parceiro de golfe - ninguém menos que Barack Obama.
Em tempo: o maior cesteiro de três da história de NBA disse que vai jogar mais uma temporada. Em qual time ainda não se sabe. Mas tem muito corretor de imóveis em Ohio louco atrás do telefone dele.

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Em tempo: o maior cesteiro de três da história de NBA disse que vai jogar mais uma temporada. Em qual time ainda não se sabe. Mas tem muito corretor de imóveis em Ohio louco atrás do telefone dele.

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